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sexta-feira, 8 de abril de 2022

WarnerMedia, Discovery complete merger, become Warner Bros. Discovery








AT&T’s WarnerMedia unit and Discovery have completed their merger, the companies said on Friday.

The combined company, Warner Bros Discovery Inc, will start trading on the Nasdaq on Monday under the ticker symbol “WBD”.

In May last year, the companies set out to merge and become a standalone media business, with AT&T aiming to focus more on its wireless ambitions and Discovery looking to beef up its content library.

“With the close of this transaction, we expect to invest at record levels in our growth areas of 5G and fiber, where we have strong momentum,” AT&T Chief Executive Officer John Stankey said in a statement.

Warner Bros Discovery’s portfolio includes Discovery Channel, Warner Bros. Entertainment, CNN, HBO, Cartoon Network; streaming services Discovery+ and HBO Max; and franchises like “Batman” and “Harry Potter”.

A top priority for David Zaslav, the long-time Discovery veteran leading the combined entity, is to make streaming video as profitable as the old TV business, analysts said.

Discovery On Thursday announced the executive team to lead the new Warner Bros Discovery (WBD), leaning heavily on a trusted group of lieutenants, many of whom have worked with its chief executive since his days at NBC.

Nine high-level WarnerMedia executives, including Chief Executive Jason Kilar and Studios and Network chief Ann Sarnoff, announced their exits ahead of the formation of the combined company earlier this week.

quarta-feira, 6 de abril de 2022

Elon Musk to join Twitter board after taking $2.9bn stake









Tesla and SpaceX boss becomes social media platform’s biggest shareholder with 9.2%


Twitter has announced it is appointing Elon Musk to its board the day after the world’s richest person was revealed to be the social media platform’s biggest shareholder with a 9.2% stake.

Parag Agrawal, the Twitter chief executive, said on Tuesday that he was “excited” to announce that Musk was joining the company’s board of directors. “Through conversations with Elon in recent weeks, it became clear to us that he would bring great value to our board,” he said in a tweet.

Agrawal said Musk was both a “passionate believer and intense critic” of the service and that was “exactly what we need on @Twitter, and in the boardroom, to make us stronger in the long term”.

https://www.theguardian.com/technology/2022/apr/05/elon-musk-join-twitter-board-stake-tesla-spacex?utm_source=meio&utm_medium=email

segunda-feira, 17 de maio de 2021

AT&T Agrees to Merge Its WarnerMedia Assets With Discovery

 


Deal would complete telecom giant’s retreat from the media business, which included owning cable channels such as HBO and CNN


AT&T’s WarnerMedia and Discovery, Inc. Creating Standalone Company by Combining Operations to Form New Global Leader in Entertainment

 







May 17, 2021

sábado, 19 de setembro de 2020

Trump proíbe TikTok nos EUA a partir de domingo (20)





O governo dos Estados Unidos anunciou que vai banir no domingo (20) os downloads do TikTok e do WeChat no país. A ordem foi emitida nesta sexta-feira (18) pelo Departamento de Comércio e impede que os aplicativos sejam baixados nas lojas da Apple e do Google.

Por ora isso não significa que os aplicativos desaparecerão dos celulares dos norte-americanos, mas a ordem indica que eles deixarão de existir nas lojas de downloads e que não receberão mais atualizações.

+ Trump diz que governo conversou com Walmart e Oracle sobre TikTok
+ Guerra contra o TikTok frustra ambições tecnológicas chinesas
+ YouTube lança ‘Shorts’ e vai disputar mercado com TikTok

Segundo o Business Insider, a ordem pode ser removida até domingo, caso a TikTok aceite fechar negócio com uma empresa de tecnologia dos Estados Unidos. Na segunda-feira (14) a Oracle havia anunciado um acordo de cooperação com o app chinês, mas a proposta não foi suficiente para acalmar o governo Donald Trump.

“As ações de hoje provam mais uma vez que o presidente Trump fará tudo ao seu alcance para garantir nossa segurança nacional e proteger os americanos das ameaças do Partido Comunista Chinês”, disse em comunicado o secretário do Departamento de Comércio dos EUA, Wilbur Ross.

São mais de 80 milhões de usuários do TikTok nos EUA e cerca de 1 bilhão em todo o mundo. Agora, todos estão reféns da guerra ideológica envolvendo Trump e o governo chinês, que é acusado de roubar dados dos usuários do aplicativo.

quarta-feira, 2 de setembro de 2020

Entenda por que a estreia de 'Mulan' no streaming pode arrasar as salas de cinema

 Modelo de Negócio da Folha de São Paulo - O Analista de Modelos de Negócios

Filme é projeto piloto em série de medidas que parecem emergenciais, mas que talvez resistam à Covid-19


Leonardo Sanchez (https://www1.folha.uol.com.br/autores/leonardo-sanchez.shtml)

Desde a eclosão da atual pandemia de coronavírus, o mundo cinematográfico foi
chacoalhado não só pelos impactos econômicos da doença, mas também por uma série de
adaptações e anúncios que parecem medidas de exceção, mas que podem apontar para
transformações profundas na maneira como consumimos filmes.

Blockbusters indo direto para o streaming, filmes nacionais feitos com dinheiro público pulando as
telonas e encurtamento das janelas de exibição, isto é, o intervalo entre a estreia de um filme no
cinema (https://guia.folha.uol.com.br/cinema/2020/02/confira-a-avaliacao-do-guia-da-folha-para-todas-as-salas-de-cinema-de-sao-paulo.shtml) e sua ida para outras plataformas. Essas são questões que estão no dia a dia do setor desde o primeiro semestre.

Adotadas como formas de burlar as restrições da Covid-19
(https://aovivo.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/2020/08/24/5927-acompanhe-todas-as-informacoes-sobre-a-pandemia-de-coronavirus.shtml), elas tocam em pontos sensíveis da relação entre produtoras, distribuidoras e exibidores. O trio vive um casamento conturbado e de difícil equilíbrio, e o desgaste só foi ampliado nos últimos meses.

Essa crise matrimonial deve se agravar ainda mais em setembro, quando a versão live-action do
clássico animado “Mulan” estreia direto no streaming em diversos territórios importantes
(https://www1.folha.uol.com.br/ilustrada/2020/08/disney-decide-lancar-mulan-direto-no-streaming-mas-cobrando-taxa-de-assinantes.shtml), como o americano —ainda não há notícias sobre a estreia no Brasil.

A releitura da animação de 1998, graças à popularidade de sua heroína e ao gordo orçamento, era
uma das grandes apostas do ano para as bilheterias. Com o adiamento de sua estreia no início da
pandemia, se tornou uma das esperanças para encabeçar a eventual reabertura dos cinemas, ao
lado de "Tenet" e "Os Novos Mutantes", que recentemente chegaram a vários territórios —o
segundo já desapontou nas bilheterias americanas.

Mas a Disney pegou todos de surpresa com o anúncio de que "Mulan" iria direto para seu
streaming, o Disney+, em vários lugares. Agora, quem é da indústria aguarda para saber quais serão os resultados —o público estará disposto a pagar um valor extra de US$ 30, ou cerca de R$ 170,
além da assinatura do serviço, para ver o longa ou ele não será capaz de faturar o mesmo que pelas
bilheterias tradicionais?

“Essa é uma aposta que parece democrática, mas não é”, diz Lia Bahia, professora de cinema da
Escola Superior de Propaganda e Marketing. “O serviço deles não está em todos os territórios e o
aluguel desse filme é caro. Mas é um projeto piloto que, se der certo, pode abrir uma porta.”
Isso porque o eventual sucesso de “Mulan” no streaming teria praticamente todos os seus lucros
concentrados nas mãos da Disney. Não haveria porcentagem para o parque exibidor, por exemplo.
Segundo Daniel Queiroz, da distribuidora Embaúba Filmes, estamos colhendo, atualmente, os
frutos de um mercado que caminha há anos para uma monopolização.

“Os estúdios, além de lançarem filmes direto no streaming, estão criando suas próprias
plataformas, como é o caso da Disney. Então nós temos a Disney explorando seu filme diretamente
desde a produção até a outra ponta”, diz.

Ainda segundo ele e Bahia, a professora, o que vemos hoje no mercado não são transformações
causadas só pela pandemia, mas uma aceleração de mudanças que já estavam em curso ou no
radar (https://www1.folha.uol.com.br/ilustrada/2020/04/coronavirus-e-so-o-agravamento-de-uma-crise-que-ja-vem-afetando-os-cinemas-hatempos.shtml).

Prova disso é que essa equação ficou ainda mais complexa com uma decisão judicial que independe
do coronavírus. Um juiz federal dos Estados Unidos anulou, no mês passado, uma histórica lei
antitruste que vigorava desde os anos 1940 e que proibia que estúdios de Hollywood tivessem seus
próprios cinemas, para que não controlassem completamente tanto a produção quanto a
distribuição de seus filmes. Soa familiar?

“Com o fim da lei, os estúdios podem ter salas. Se isso começar, vai ser uma loucura”, diz Bahia.
“Dito isso, eu acho que as salas de cinema não vão acabar, mas talvez haja um enfraquecimento.
Talvez as janelas se encurtem ainda mais, talvez haja uma elitização, mas o cinema ainda é um
termômetro importante.”

Ela alerta ainda para o fato de que a Disney, dona de marcas como Pixar, Marvel e Star Wars, se
tornou um megaestúdio depois da compra da Fox, outra peça importante no tabuleiro de
Hollywood —“existem eles e os outros”.

O encurtamento das janelas lembrado pela professora é outro ponto sensível e que causa polêmica
na pandemia. Em julho, a Universal e a rede americana AMC anunciaram que o intervalo para que
um filme chegasse ao streaming após o lançamento em cinemas cairia de 75 para 17 dias
(https://www1.folha.uol.com.br/ilustrada/2020/07/rede-de-cinemas-e-universal-encurtam-intervalo-para-exibicao-de-filmes-online.shtml).

A decisão parece uma medida emergencial diante do fechamento de salas mundo afora, mas pode
sobreviver como herança do coronavírus.

“A gente já via um aumento da importância do streaming. Agora temos uma aceleração disso”,
afirma Queiroz. “Mas a gente trata o cinema como uma coisa só, enquanto, na verdade, há dois
tipos de cinema bem diferentes, o comercial, com Hollywood à frente, e a produção independente.”

Segundo o distribuidor, é especialmente esse segundo segmento que tende a sofrer mais com as
transformações. Ele dá como exemplo “Arábia” (https://www1.folha.uol.com.br/ilustrada/2017/10/1928394-mineiro-arabiacompoe-
o-melhor-do-cinema-brasileiro-recente.shtml), considerado um lançamento grande para os padrões de seu selo, com 12 mil espectadores nas salas de cinema, apesar de ser uma produção independente.

Ao lançar o filme no streaming, suas expectativas de repetir o sucesso foram frustradas, assim
como é frequente com outros longas nacionais.

Lia Bahia reitera as especificidades do cinema nacional, destacando que pequenos e médios
exibidores, com quem ficam obras como “Arábia”, tendem a ser mais afetados pelo cenário que se
desenha.

“Quem vai ver um filme pequenininho que vai diretamente para o streaming? Não sei se essa lógica
de lançamento é boa por aqui. Uma coisa importante a dizer é que nós precisamos, mais do que
nunca, de políticas públicas para a sobrevivência do cinema nacional, mas elas também precisam
ser atualizadas, considerando esse deslizamento de hierarquias nas janelas”, diz.

“A questão é que sempre houve mudanças. Talvez essa seja mais radical, ou então a primeira
grande mudança que a nossa geração vê, mas o cinema sempre está em mudança, e agora nós
precisamos entender a atual."

MUDANÇAS DURANTE A PANDEMIA

Janela

A Universal e a AMC diminuíram o intervalo entre a estreia de um filme no cinema e sua ida para o
streaming de 75 para 17 dias 

Brasil

A Ancine tem avaliado pedidos de lançamento diretamente no streaming
(https://www1.folha.uol.com.br/colunas/monicabergamo/2020/07/ancine-podera-autorizar-estreias-direto-no-streaming-de-filmes-adiados-pelapandemia.shtml) de filmes feitos com recursos públicos

Streaming

Estúdios desistiram de esperar o fim da pandemia e estrearam blockbusters no streaming

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domingo, 28 de junho de 2020

Stop Hate for Profit

Stop Hate for Profit



On June 17th, we asked companies to act against hate and disinformation being spread by Facebook in our campaign, Stop Hate for Profit. We asked businesses to temporarily pause advertising on Facebook and Instagram in order to force Mark Zuckerberg to address the effect that Facebook has had on our society.  

 

While addressing all of Facebook’s issues and implementing all of our recommendations will take far longer than one month, we wanted to provide clear steps that Facebook could take immediately that would result in real progress. None of these ideas are new, and we hope that Facebook is able to agree and implement the following over the next month: 

 

Accountability

 

1. Establish and empower permanent civil rights infrastructure including C-suite level executive with civil rights expertise to evaluate products and policies for discrimination, bias, and hate. This person would make sure that the design and decisions of this platform considered the impact on all communities and the potential for radicalization and hate.

 

2. Submit to regular, third party, independent audits of identity-based hate and misinformation with summary results published on a publicly accessible website. We simply can no longer trust Facebook’s own claims on what they are or are not doing. A “transparency report” is only as good as its author is independent.

 

3. Provide audit of and refund to advertisers whose ads were shown next to content that was later removed for violations of terms of service. We have documented many examples of companies’ advertisements running alongside the horrible content that Facebook permits. That is not what most advertisers pay for, and they shouldn’t have to.

 

Decency

 

4. Find and remove public and private groups focused on white supremacy, militia, antisemitism, violent conspiracies, Holocaust denialism, vaccine misinformation, and climate denialism. 

 

5. Adopting common-sense changes to their policies that will help stem radicalization and hate on the platform.

 

6. Stop recommending or otherwise amplifying groups or content from groups associated with hate, misinformation or conspiracies to users. 

 

7. Create an internal mechanism to automatically flag hateful content in private groups for human review. Private groups are not small gatherings of friends - but can be hundreds of thousands of people large, which many hateful groups are.

 

8. Ensure accuracy in political and voting matters by eliminating the politician exemption; removing misinformation related to voting; and prohibiting calls to violence by politicians in any format. Given the importance of political and voting matters for society, Facebook’s carving out an exception in this area is especially dangerous.

 

Support

 

9. Create expert teams to review submissions of identity-based hate and harassment. Forty two percent of daily users of Facebook have experienced harassment on the platform, and much of this harassment is based on the individual’s identity. Facebook needs to ensure that their teams understand the different types of harassment faced by different groups in order to adjudicate claims.

 

10. Enable individuals facing severe hate and harassment to connect with a live Facebook employee. In no other sector does a company not have a way for victims of their product to seek help.

 

The above are not sufficient, but they are a start. Facebook is a company of incredible resources. We hope that they finally understand that society wants them to put more of those resources into doing the hard work of transforming the potential of the largest communication platform in human history into a force for good.