segunda-feira, 25 de abril de 2011

Os maiores grupos de mídia do mundo (2012)

Meio e Mensagem


Ranking de instituto alemão coloca Globo na 25ª posição entre os maiores conglomerados de mídia do planeta







O Instituto para Políticas de Mídia e Comunicação da Alemanha divulgou o ranking de 2012 com os 50 maiores grupos de mídia do mundo. Para a lista forem consideradas as estratégias e o foco das corporações na criação de conteúdo impresso, televiso e online e multplataforma. 
Para o ranking, o instituto não considera o faturamento total do grupo, mas sim a parte referente aos produtos e canais de mídia. Na lista, a única companhia brasileira presente é a Rede Globo. Segundo o instituto, a Rede Globo tem uma receita anual de mídia de € 4,7 bilhões.

No topo da lista aparece o grupo que reúne a Comcast, NBC e Universal, que conta com uma receita anual de € 40,1 bilhões com mídia. Em segundo lugar ficou a Walt Disney Company, com uma receita de € 29,4 bilhões e em terceiro o Google. Das dez primeiras empresas da lista do Instituto, sete são norte-americanas.

Confira as 20 maiores corporações de mídia do mundo – e suas respectivas receitas – segundo o Instituto alemão.

1- Comcast/NBC Universal/LLC (EUA) – € 40,1 bilhões
2- The Walt Disney Company (EUA) - € 29,377 bilhões
3- Google Inc. (EUA) - € 27,231 bilhões
4- News Corp. (USA) - € 23,998 bilhões
5- Viacom Inc. (EUA) - € 20,948 bilhões
6- Time Warner (EUA) - € 20,815 bilhões
7- Sony Entertainment (Japão) - € 16,514 bilhõex
8- Bertelsmann AG (Alemanha) - € 15,253 bilhões
9- Vivendi S.A (França) - € 12,486 bilhões
10- Cox Enterprises Inc. (EUA) - € 11,013 bilhões
11- Dish Network Corporation (EUA) - € 10,092 bilhões
12- Thomson Reuters Corporation (EUA) - € 9,919 bilhões
13- Liberty Media Corp. (EUA) - € 9,080 bilhões
14- Rogers Comm. (Canadá) - € 9,031 bilhões
15- Lagardère Media (França) - € 7,657 bilhões
16- Reed Elsevier PLC (Inglaterra) - € 6,902 bilhões
17- Pearson plc (Reino Unido) - € 6,754 bilhões
18- ARD (Alemanha) - € 6,221 bilhões
19- Nippon Hoso Kyokai (Japão) - € 5,996 bilhões
20- BBC (Inglaterra) - € 5,584 bilhões 

sexta-feira, 1 de abril de 2011

The Daily: leitores criticam 'textos superficiais' do jornal para iPad, aponta pesquisa


RIO - A empresa Know Digital, com sede na Pensilvânia (EUA), especializada em pesquisas de mercado, realizou um dos primeiros levantamentos sobre o The Daily, jornal do magnata da comunicação Rupert Murdoch produzido exclusivamente para o iPad e apresentado há dois meses.
Lançado em 2 de fevereiro, e ainda em fase de divulgação, o The Daily é elogiado por sua facilidade de uso e pela qualidade na apresentação de fotos e vídeos. O estudo, feito a partir de entrevistas com proprietários do tablet da Apple com idades entre 25 e 45 anos, ressalta a diferença entre as opiniões de homens e mulheres. Enquanto elas valorizam o visual do produto e reclamam da ausência dos cupons de desconto, comuns nos jornais de papel, eles parecem mais habituados à leitura da imprensa tradicional e acusam o The Daily de publicar textos muito o superficiais.
Outra conclusão apontada pelo levantamento divulgado nesta sexta-feira é a falta de atualização constante das noticias, sobretudo de grandes acontecimentos, como o recente tsunami no Japão e as rebeliões populares no Norte da África. A pesquisa apontou ainda que a maioria dos leitores considera o The Daily muito mais um aplicativo do que um periódico.


Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/tecnologia/the-daily-leitores-criticam-textos-superficiais-do-jornal-para-ipad-aponta-pesquisa-2801654#ixzz22NvcXbXm
© 1996 - 2012. Todos direitos reservados a Infoglobo Comunicação e Participações S.A. Este material não pode ser publicado, transmitido por broadcast, reescrito ou redistribuído sem autorização. 

domingo, 27 de março de 2011

O concerto que nunca se repete



Entrevista com Keith Jarrett - O Globo - Segundo Caderno - 27/03/2011 - por Arthur Dapieve



Embora no começo da carreira você tenha chegado a gravar Bob Dylan e Joni Mitchell, você parou de recorrer a novas composições, que alguns chamam de “novos standards”. Por quê?

Não acredito que haja novos standards, como quer o Herbie Hancock. O que temos agora não é tão interessante como os standards. É um erro achar que são. O mundo mudou de marcha. As pessoas não conseguem mais ficar quietas. Nem no Japão. Há muita informação, muito rápida, muita informação desinteressante. Compor é uma das coisas às quais as pessoas não dedicam mais o tempo necessário.


"Você mencionou que as pessoas não conseguem mais ficar quietas, sem estarem conectadas... Como você lida com toques de celular em seus concertos?

Eu tento fazer com que as pessoas cresçam, que entendam a importância de estarem ali, quietas, escutando a música. Até agora, eu perdi... Mas não significa que eu não vá mais tocar. “Por que você não abandonou o palco?”, perguntaram-me depois de três concertos recentes em que celulares tocaram. “Nãooo...”, respondi. Vejo-me como um samurai, lutando sozinho contra a desatenção, a incapacidade de ouvir. Mas eu gosto de me surpreender com o público também. Fiz um concerto milagroso em Nápoles. Italianos não são famosos por serem quietos, napolitanos não são famosos por serem quietos, mas lá eles ficaram quietos, altamente respeitosos. Se eu dissesse que não tocaria mais ao vivo por causa do barulho, eu nunca teria ido tocar em Nápoles. De vez em quando é bom se abrir ao inesperado".

Dois saquês e a conta... com Marcel Souto Maior

Entrevista - Revista O Globo - 27/03/2011 - por Mauro Ventura

"Fale da sua investigação sobre a comunicação entre vivos e 'mortos'. E há mensagens atribuídas a Chico (Xavier) ?

Encontrei mães que receberam cartas absolutamente vagas e acreditavam que tinha sido enviadas pelo filho. Não queriam provas. Quando a carta chega, tem a força de uma segunda certidão de nascimento. Quanto ao Chico, passados nove anos da sua morte, nunca houve mensagem atribuída a ele. Segundo Eurípedes, seu filho de criação, Chico deixou três palavras que devem constar de qualquer mensagem. Uma ficou com ele, outra com um médio cardiologista e a terceira com uma assistente que cuidou dele. Os três leem todas as cartas. E até agora: 'Não tem Chico Xavier aqui'".

sexta-feira, 18 de março de 2011

O poder da mídia em uma ordem cambaleante

Logo Observatório da Imprensa

Por Washington Araújo - Observatório da Imprensa e Agência Carta Maior

Artigo publicado originalmente no Observatório da Imprensa

A cultura de massa que temos está umbilicalmente conectada com a pauta apresentada instante a instante em algum dos veículos de comunicação em massa. Nada lhe escapa e, por isso mesmo, enorme é sua responsabilidade na criação da geração-consumo que temos "em nós" e também "diante de nós". Tendo como cenário as mudanças climáticas, a degradação ambiental e os extremos corrosivos da riqueza e da pobreza, a transformação de uma cultura de consumismo irrestrito para uma cultura de sustentabilidade ganhou força em grande parte graças aos esforços das organizações da sociedade civil e agências governamentais no mundo inteiro. A par com essas forças, e mesmo permeando-as, temos o poder de influência e onipresença da mídia.

Existem situações-limite em que não é lícito ser espectador de espetáculo nefasto que nós mesmos produzimos. Alardear a desgraceira toda, desnudar os mecanismos de poder envolvidos no debate para se criar políticas públicas de alcance mundial e, acima de tudo, alertar que o futuro é hoje, são tarefas que os meios de comunicação não podem e não têm a quem delegar.

O estágio de "aldeamento"
Além das políticas de informação e tecnologias "verdes", a transformação que precisamos realizar vai exigir um exame sério da nossa compreensão acerca da natureza humana e dos "esquemas culturais" seguidos por instituições do governo, por empresários da área de educação e dos meios de comunicação ao redor do mundo. Perguntas sobre o que é natural precisam ser reexaminadas criticamente. A questão do consumo e da produção sustentável deverá ser considerada no contexto mais amplo de uma ordem social cambaleante que se caracteriza pela competição, violência, conflito e insegurança da qual ela própria é parte.

Os meios de comunicação poderiam considerar promover tais mudanças visando a um consumo e produção sustentáveis, algo que implicitamente nos levará a desafiar normas e valores culturais que têm promovido o consumismo a todo o custo. Concepções subjacentes deverão ser examinadas. Estas questões incluem concepções da natureza humana, do desenvolvimento (e da natureza do progresso e da prosperidade); das causas das recentes crises econômicas, dos processos de desenvolvimento tecnológico, dos meios e dos fins dos processos educativos. Uma tarefa gigantesca? Sim, mas não maior que o poder de mobilização e influência que os meios de comunicação em massa detêm, na medida em que o planeta chegou ao estágio atual de "aldeamento", ou seja, o planeta mostrou ser pequeno, ao alcance de uns poucos cliques na internet, ao alcance de imagens replicadas por satélites estrategicamente localizados.

Tempo de avançar
O alargamento das fronteiras da informação alargou também nossas visões do mundo e vestiu velhas palavras com novos e desafiados significados. A palavra "estrangeiro", quando utilizada nos anos 1950 – portanto, há bem pouco tempo –, trazia consigo sentidos de reserva, suspeita, medo e tudo porque nossos sentidos não estavam acostumados a ver nossos semelhantes residentes em outros continentes com aquelas nossas características humanas, plausíveis, reais. Hoje, a palavra "estrangeiro" perdeu as garras, depôs pretensos tentáculos venenosos e assim do nada deixou de nos causar emoções negativas. "Estrangeiro" passa a ser apenas mais uma palavra desdentada que não mais aponta para os demais como nossos dessemelhantes. E não ouviremos mais nos telejornais que tal evento "aconteceu no estrangeiro". É tudo Terra, é tudo azul, é tudo aquele pálido ponto azul perdido na imensidão do espaço. Há décadas "no estrangeiro" deixou de compor manchete em jornais. Isso se deu graças ao avanço dos meios de comunicação.

Estará a mídia, a grande mídia, preparada para promover novos conceitos de cidadania mundial, de paz internacional, de apreço e defesa dos nossos esgotáveis recursos naturais? Estarão os profissionais da comunicação desarmados o suficiente para municiar o inevitável debate sobre temas que afetam a todos, como a segurança mundial, os meios para a produção de melhores condições de vida a populações historicamente massacradas, massas anônimas da humanidade que somente entram no futuro pela porta dos fundos?

É vital que os meios de comunicação revejam sua missão, seus objetivos e se pautem por cima. Que não vejam apenas os dias que correm, mas que lancem o olhar sobre os próximos 20, 30, 50 anos. É tempo de aprendermos uns com os outros, de expressarmos perspectivas e experiências e avançarmos coletivamente rumo à construção de uma sociedade justa e sustentável. Isso tudo transcende esquerda e direita. Isso tudo abomina a partidarização política dos meios de comunicação.

Contradição paralisante
A questão da natureza humana tem um lugar importante no discurso sobre o consumo e produção sustentáveis, uma vez que nos leva a reexaminar, em níveis mais profundos, quem somos e qual nosso propósito na vida. A experiência humana é essencialmente de natureza espiritual: ela está enraizada na realidade interna, ou o que alguns chamam de "alma", que todos nós partilhamos em comum. A cultura do consumismo, no entanto, tende a reduzir os seres humanos a meros concorrentes, em consumidores insaciáveis de mercadorias e objetos freneticamente alvos de manipulação do mercado.

É comum aceitarmos como se certa fosse a noção de que deparamos com um conflito insolúvel entre o que as pessoas realmente querem (ou seja, para consumir mais) e o que a humanidade precisa (ou seja, um acesso equitativo aos recursos).

Como, então, poderemos resolver a contradição paralisante que, por um lado, desejamos um mundo de paz e prosperidade, enquanto, por outro lado, grande parte da teoria econômica e psicológica retrata seres humanos como meros escravos de seus desejos egoísticos?

"Sonhos impossíveis"
As faculdades necessárias para construir um mundo mais justo e uma ordem social sustentável são aquelas de sempre, estas mesmas que podem atribuir nobreza ao caráter humano: moderação, justiça, amor, motivos sinceros, serviço ao bem comum. Ora, tão antigas quanto elas, essas palavras vêm sendo julgadas ao longo dos séculos como ideais ingênuos. Sim, pensar grande, abarcar a espécie humana em um pensamento maior de fraternidade vem sendo rotulado como perda de tempo, ingenuidade rematada. Como se devesse merecer nossa atenção, ocupar nossos milhões de neurônios apenas aquelas questões mais comezinhas e que falem diretamente ao nosso bem-estar individual, à nossa "felicidade" pessoal. E, nada mais ridículo que isso, uma visão castradora do muito de bom e de belo e de justo que poderia ser nosso. E de todos nós.

Mas sei que devo insistir em um ponto: justiça, moderação, serviço altruístico à nossa espécie são algumas das qualidades necessárias para superar os traços de egoísmo, ganância, apatia e violência que no mais das vezes são fomentadas pelo mercado com as bênçãos de forças políticas que asseguram a vigência dos atuais padrões insustentáveis de consumo e produção.

A vida, não nos iludamos, é muito mais que arenga política, que escaramuças entre PT e PSDB. É tempo de entendermos a brisa que sopra nesta frase de Clarice Lispector: "O que alarga a vida de uma pessoa são os sonhos impossíveis."

Washington Araújo é jornalista e escritor. Mestre em Comunicação pela UNB, tem livros sobre mídia, direitos humanos e ética publicados no Brasil, Argentina, Espanha, México.

quinta-feira, 17 de março de 2011

UNESCO critica modelo de concessões da mídia brasileira


São Paulo, quinta-feira, 17 de março de 2011 
Texto Anterior | Próximo Texto | Índice | Comunicar Erros

Unesco vê anomalia em concessões de rádio e TV

Estudo de agência da ONU sugere que se crie órgão regulador para o setor

Abert, entidade que reúne emissoras de rádio e TV, faz críticas ao relatório e diz ter havido "viés ideológico" 

Sérgio Lima/Folhapress
Ministro Paulo Bernardo (Comunicações) durante audiência pública na Comissão de Ciência e Tecnologia do Senado

ELVIRA LOBATO
DO RIO 

Estudo da Unesco, agência da Organização das Nações Unidas para educação, ciência e cultura, recomenda que o Brasil tire do Congresso o poder de aprovar concessões de rádio e TV, o que exigiria mudança na Constituição.
Desde a reforma constitucional de 1988, a aprovação de novas concessões e a renovação das já existentes dependem de autorização da Câmara e do Senado.
"Deixar nas mãos do Legislativo o poder de outorgar concessões é anomalia que ameaça a democracia e põe em risco as garantias aos direitos humanos", diz o texto, que será divulgado hoje pelo representante da Unesco no Brasil, Vincent Defourny.
O estudo é assinado pelos consultores internacionais Toby Mendel e Eve Salomon.
O estudo sugere a criação de uma agência reguladora independente, sem vinculação com interesses políticos ou empresariais do setor, que, entre outras funções, aprovaria as concessões.
Outra recomendação da Unesco é criar "regras mais sólidas" sobre a concentração de propriedade dos meios de comunicação.
A legislação estabelece o teto de dez canais de TV e seis rádios FM por empresa e por acionista. Os limites acabam ultrapassados com o registro de concessões em nome de parentes de proprietários.
O processo de outorga de concessões brasileiro foi avaliado, no estudo, como "extremamente lento". Uma sugestão foi a aprovação automática dos processos após certo prazo de tramitação.
O estudo é uma parceria entre a Unesco e a Fundação Ford. Segundo Vincent Defourny as sugestões dos consultores estão "em linha" com a orientação da Unesco, e o objetivo do estudo é contribuir para o debate.
A Unesco, segundo ele, defende a criação de normas e padrões para regular o conteúdo, e que ela se dê, preferencialmente, por autorregulação das empresas do setor.

REAÇÃO
A Abert (Associação Brasileira das Emissoras de Rádio e Televisão) criticou o relatório. O diretor-geral da entidade, Luiz Roberto Antonik, disse que o poder conferido ao Congresso de aprovar as concessões foi "uma conquista" e que o relatório tem "viés ideológico".
A entidade recebeu com ceticismo a proposta de criação de cotas para conteúdo nacional (50%), local (10%) e de produção independente (10%) na programação. Alega que as pequenas emissoras terão dificuldade para cumprir as exigências.

PRINCIPAIS MUDANÇAS 

Criar uma agência reguladora independente para a radiodifusão

Criar regras e padrões para regulação do conteúdo, preferencialmente por autorregulação

Avaliar o desempenho das emissoras antes de renovar as concessões

Garantir, na legislação, direito de resposta

Reservar 50% da programação para conteúdo doméstico, excluídos noticiários, esporte e publicidade

Governo vai endurecer sanções a emissoras, diz ministro

SOFIA FERNANDES
DE BRASÍLIA 

Após engavetar 8.231 processos contra emissoras de rádio e TV, o governo federal decidiu endurecer as sanções contra aqueles que descumprirem a lei sobre conteúdo de radiodifusão.
O ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, afirmou ontem que o governo vai lançar mão com mais frequência de multas progressivas, suspensão das atividades cassação da outorga em casos extremos (decisão que passa em última instância pelo Congresso).
Apesar de essas punições já estarem previstas na legislação, o ministro disse que, atualmente, na maior parte das vezes, a sanção fica limitada a pequenas multas.
Bernardo não deu detalhes, mas afirmou que o governo estuda regulamentar a lei existente hoje com punições mais duras.
"Não vamos fazer uma coisa radical, mas vamos fazer. Vai ser mais duro do que hoje", disse o ministro, após audiência no Senado.
A nova regulamentação já nascerá casada com decisão do Ministério das Comunicações de transferir para a Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) a fiscalização de conteúdo.
Esse monitoramento leva em conta, por exemplo, limite de 25% da programação para publicidade e cinco horas semanais de programação educativa.
Em fevereiro, reportagem da Folha mostrou que o governo federal considerou prescritas ações contra emissoras de rádio e TV por irregularidades cometidas de 1995 a 2007.
Os processos foram abertos contra 3.148 empresas de radiodifusão e as multas foram aplicadas a emissoras por descumprimento de determinações legais.
Bernardo disse ainda que o governo vai estimular a criação de rádios comunitárias para atender a cerca de 400 cidades que não têm acesso a serviços de rádio.