segunda-feira, 22 de agosto de 2011

O PODER DA PALAVRA NA CIBERCULTURA


ENCONTRO ESPECIAL - O PODER DA PALAVRA NA CIBERCULTURA

[FLAMENGO] Dia 25 de agosto, quinta-feira, 19h30

 

O PODER DA PALAVRA NA CIBERCULTURA

:: Com transmissão ao vivo aqui no site ::
Com: Pierre Lévy
Participação: Gilberto Gil
Curadoria: Heloisa Buarque de Hollanda e Cristiane Costa


Um dos mais proeminentes pensadores da atualidade, Pierre Lévy, debaterá com 

o cantor e compositor Gilberto Gil, temas como cibercultura, hipertexto e mídias digitais.
Professor da Universidade de Quebec, entusiasta das possibilidades cognitivas da Internet,
Lévy foi quem propôs o conceito de “inteligência coletiva” no começo dos anos 90,
quando a internet comercial ainda engatinhava. 


É autor de clássicos como “Cibercultura” e “O que é o virtual”?
Dia 25 de agosto, quinta-feira, 19h30 | Nível 7
Entrada franca  | Classificação etária: livre

Distribuição de senhas meia hora antes do evento e telões do lado de fora para quem

não conseguir lugar no teatro. Transmissão ao vivo no site www.oifuturo.org.br

quarta-feira, 17 de agosto de 2011

A Folha (*) vai quebrar 2 vezes. A Globo, uma




    Publicado em 17/08/2011

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Seu Frias e Roberto Marinho vão ter que contratar o Dr. Bermudes
Saiu na Folha, pág B1:


Congresso libera tevê a cabo para telefônicas


Elas vão poder controlar empresas de televisão por assinatura.


Os canais vão ter três horas e meia de programação nacional em horário nobre.


Metade do conteúdo nacional terá de ser de produtor independente.


O Slim assume de vez a Net, que era da Globo,  antes da concordata.


E a Telefônica assume a TVA, que era da Abril.


(A propósito, a Abril é a maior contribuição à Historia do Capitalismo, desde O Capital, de Karl Marx. Ela acabou de fazer um lançamento de ações, um IPO, que o Conversa Afiada desconfiou que se tratava de um mico. Pois não é que o Valor, hoje, assegura que, logo após o IPO, a Abril exibe fulgurante prejuízo com as despesas financeiras? Esse Robert(o) Civita é um jenio.)

O princípio básico da nova lei do cabo é saudável e simples:
Quem distribui (telefônica) não produz conteúdo (Globo).
Quem produz conteúdo (Globo) não distribui (telefônica).
A lei transforma tudo em empresa de Comunicação.
Onde se encaixam também os provedores de acesso à internet (UOL).
NavalhaAssim, teremos a seguinte situação, muito interessante.
A Globo vai ter que fechar o Globo.com e o G1.
Porque não pode distribuir e produzir conteúdo ao mesmo tempo.
O UOL – que sustenta os jenios da Folha (*) – também vai.
Porque ele ou é provedor de acesso ou de conteúdo.
E, na pág. B4, da mesma Folha, o Ministro Paulo Bernardo avisa que as telefônicas poderão dar acesso à internet, sem precisar de provedor.
Ou seja, o UOL perde do novo.
Duas vezes.
Os colonistas da Folha vão ficar impossíveis.
O projeto que o Senado aprovou vai à sanção da Presidenta.
Os filhos do Roberto Marinho e do seu Frias só têm uma saída.
Contratar o escritório do Dr. Sergio Bsrmudes e sua consultora, Elena Landau.
O Dr. Bermudes não perde uma !







Paulo Henrique Amorim




(*) Folha é um jornal que não se deve deixar a avó ler, porque publica palavrões. Além disso, Folha é aquele jornal que entrevista Daniel Dantas DEPOIS de condenado e pergunta o que ele achou da investigação; da “ditabranda”; da ficha falsa da Dilma; que veste FHC com o manto de “bom caráter”, porque, depois de 18 anos, reconheceu um filho; que matou o Tuma e depois o ressuscitou; e que é o que é,  porque o dono é o que é; nos anos militares, a Folha emprestava carros de reportagem aos torturadores.

Senado aprova projeto com novas regras para TV por assinatura


17/08/2011 - 08h52
DE BRASÍLIA


O Senado aprovou nesta terça-feira (16) o projeto de lei (PLC) 116, que define o novo marco regulatório para o serviço de TV por assinatura no país.
De acordo com o projeto, as empresas de telecomunicações poderão passar a transmitir conteúdos de TV a cabo. Essa possibilidade vinha sendo defendida, entre outros, pela Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações).
O texto também estabelece a exigência de que os canais fechados incluam, em suas programações, espaços mínimos para produções locais, regionais e nacionais.
Parlamentares da oposição criticaram o projeto. O líder do PSDB no Paraná, senador Álvaro Dias, disse que o texto atribui à Ancine (Agência Nacional do Cinema) prerrogativas de agência reguladora do setor, o que apontaria a intenção do governo em censurar os conteúdos da TV paga.
"O projeto passa a permitir que a Ancine autorize ou não a programação de um canal de TV paga, defina qual é o seu horário nobre, podendo caçar, banir esse canal de ser veiculado. Portanto são poderes exorbitantes", declarou.
O líder do Democratas de Goiás, senador Demóstenes Torres, disse que seu partido pretende questionar na Justiça o conteúdo do projeto.
"Nós vamos questionar no STF tudo isso que consideramos censura, xenofobia, agressão à constituição, essa quantidade enorme de artigos inconstitucionais que colocaram dentro dessa lei", disse.
Mas o relator da matéria, senador Valter Pinheiro (PT-BA), negou qualquer intenção do texto em censurar conteúdos televisivos, e defendeu a sua aprovação.
"Não se trata de regulação cultural. É sim, na prática, um aspecto da regulação econômica com o objetivo inclusive de ampliar a concorrência, a diversidade da oferta", defendeu.
Apesar dos protestos da oposição, o projeto segue direto para a sanção da Presidente da República.
As informações são da Rádio Senado.

O futuro das telecomunicações no Brasil



À LUZ DA NOVA POLÍTICA INDUSTRIAL CLUBE LOTA AUDITÓRIO PARA DEBATER O FUTURO DAS TELECOMUNICAÇÕES NO BRASIL





“A nova política que esperamos acrescentar ao Plano Brasil Maior nos próximos 15 dias trará um regime especial para o Plano Nacional de Banda Larga, com incentivo à produção, desenvolvimento, prototipagem, com engenheiros brasileiros sediados e com patentes aqui indo muito além da montagem. Essa é uma política clara de um governo que assume que o poder de compra do Estado é um instrumento poderosíssimo de desenvolvimento e precisa ser usado”. A declaração é de Cezar Alvarez, Secretário Executivo do Ministério das Comunicações no seminário ”O Futuro das Telecomunicações no Brasil”, promovido pelo Clube de Engenharia, sexta-feira última, 12 de agosto, em parceria com a revista Carta Capital.
O Secretário Executivo do Ministério das Comunicações lembrou que a inovação tecnológica e a dimensão de sociedade do conhecimento incluem transformação social, cultural, econômica, política e institucional. Ao defender a necessidade de se investir em inovação, Alvarez foi enfático na defesa das empresas nacionais. “Não tenho a menor dúvida de que é preciso acelerar a densidade e a dimensão das políticas de inovação das tecnologias das telecomunicações, fazendo um esforço para que sejamos capazes de descobrir ou construir essa empresa brasileira. O processo se dará com ou sem ela, mas será muito mais fácil se tivermos uma empresa com esse conceito amplo e moderno de empresa nacional”, finalizou.
Balança comercial
Com a presença de especialistas e autoridades que participaram de dois painéis e responderam perguntas de uma plateia que lotou o grande auditório do 25º andar, Francis Bogossian, presidente do Clube de Engenharia, ao abrir o encontro, apontou os seguidos déficits da balança comercial no setor das telecomunicações como um indicativo claro da deficiência do país na área. “O déficit chegou a 27 bilhões de dólares em 2010, com previsão de 33 bilhões de dólares para 2011″, destacou. Francis citou o estado decadente do parque fabril no país. “As poucas indústrias nacionais que resistiram vivem de encomendas muito aquém de suas capacidades. Pesquisa e desenvolvimento praticamente inexistem. A nossa indústria eletroeletrônica representa atualmente cerca de 4% do PIB, enquanto em países desenvolvidos chega a 12%. Além disso, o segmento de manufatura de telecomunicações no Brasil vem acumulando seguidos déficits de faturamento: nos últimos três anos de 23,7%, e somente em 2010 cerca de 9%”, alertou.
Alan Fischler, Gerente de Tecnologia da Informação e Comunicação do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), concorda com Francis e defende a necessidade do país romper o ciclo que o torna apenas um montador. “Os projetos são feitos fora do Brasil e os componentes são todos importados. Paradoxalmente, quanto maior é o mercado de telecomunicações, maior é o déficit. O que está acontecendo hoje, depois de muito tempo, é uma política industrial que tem como objetivo atrair investimentos e agregar valor à cadeia produtiva. O grande trunfo que temos é o mercado. O Brasil é um mercado extremamente relevante e tem características familiares para os investimentos, marcos regulatórios, leis de patentes etc. Para Fischler, não adianta competir em tecnologias maduras, sendo necessário identificar as futuras rotas tecnológicas. “É preciso sempre olhar para o futuro e investir em capacitação, pesquisa e desenvolvimento e, principalmente, em inovação”, declarou.
Banda Larga
Maximiliano Martinhão, Secretário de Telecomunicações do Ministério das Comunicações esclareceu que o mercado é muito segmentado, inclusive nas formas de prestação de serviços. “A arquitetura é completamente verticalizada. Isso está se alterando com o avanço da tecnologia e da mudança gradual na forma de pensar. Mudam também os processos, integrando os diversos serviços em uma única plataforma”, explicou.
Segundo Marcio Patusco, chefe da divisão técnica de Eletrônica e Tecnologia da Informação que apresentou o posicionamento oficial do Clube de Engenharia, a banda larga deve ser um serviço púbico, dada a sua relevância estratégica, com consecução através de recursos públicos e privados conjugados e disponibilidade de acessos de baixo custo para faixas menos favorecidas da população. Patusco também defendeu a criação de empresa nacional para complementar e oferecer recursos às empresas operadoras existentes. “Exigências de universalização, qualidade, continuidade de serviço, tarifas e bens reversíveis só serão efetivamente possíveis com a adoção da banda larga como serviço público”, concluiu
Participaram, ainda, do seminário: Anna Hoffmann, Assessora de Projetos Especiais da Firjan; Jacques Benain, presidente da Trópico- Consórcio Gente ; Eduardo Levy Cardoso Moreira, diretor executivo do SindiTelebrasil; Jarbas Valente, conselheiro da Anatel; Celso Schroder, coordenador geral do Fórum Nacional pela Democratização da Comunicação (FNDC) e presidente da Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj) e Caio Bonilha, presidente da Telebrás.
(*) Texto publicado originalmente na página do Clube de Engenharia do Rio de JAneiro.

Da série: para pensar...


Quando quatro corporações (Viacom, Disney, AOL Time-Warner e Rupert Murdoch) concentram 90% da produção de jornais, rádios, televisão, teatro e cinema, fica descaracterizada qualquer possibilidade de democracia nos meios de comunicação.
No Brasil, seis grupos controlam 667 estações de rádio e televisão. A informação produzida por este oligopólio é manipulada e envenenada de acordo com interesses outros que não os da sociedade.
Os veículos de comunicação da grande mídia limitam-se a transmitir as informações de maneira a agradar a elite político-econômica que a controla.
Para isso, distorce fatos, fabrica versões, descontextualiza acontecimentos e omite detalhes. Espalha o conformismo.
Dessa forma, molda percepções e define estilos de vida. Constrói e sustenta os paradigmas que permitem a manutenção do status quo.
Assim, observa-se uma grave distorção de valores. Em lugar da comunicação ética, voltada para o desenvolvimento social, tem-se uma comunicação voltada única e exclusivamente para o lucro, embora muitas vezes dissimulada por campanhas superficiais, que estimulam o mais baixo tipo de caridade – aquela que meramente consola, conforma e humilha, sem nunca questionar a crescente desigualdade social.
Por isso, perdemos a confiança na grande mídia.
O papel dos meios de comunicação deveria ser democratizar o saber, educar, investigar e denunciar a corrupção. Entretanto, hoje em dia está cada vez mais difícil encontrar tais qualidades numa redação – entregue aos desmandos de empresas que insistem em colocar o lucro acima da vida.
Por isso tudo, desenvolveremos nosso trabalho a partir de duas linhas de ação conjuntas:
> Atuar junto aos que absorvem a informação sem qualquer tipo de questionamento, revelando os interesses político-econômicos que levam à publicação de determinadas notícias, sob determinados ângulos;
> Fornecer informações aos leitores que não são encontradas na grande mídia, fazendo uso de pesquisa e de reportagens com recursos próprios.
Saiba mais sobre nosso método de trabalho e sobre como você pode participar deste processo, acessando Assinatura.

O veneno está na mesa



Sinopse

O Brasil é o país do mundo que mais consome agrotóxicos: 5,2 litros/ano por habitante. Muitos desses herbicidas, fungicidas e pesticidas que consumimos estão proibidos em quase todo mundo pelo risco que representam à saúde pública.

O perigo é tanto para os trabalhadores, que manipulam os venenos, quanto para os cidadãos, que consumem os produtos agrícolas. Só quem lucra são as transnacionais que fabricam os agrotóxicos. A idéia do filme é mostrar à população como estamos nos alimentando mal e perigosamente, por conta de um modelo agrário perverso, baseado no agronegócio.